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        <title>Terra - RSS - Júlio Gomes de Almeida</title>
		
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		 <description>Últimas notícias - Júlio Gomes de Almeida</description>
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        <copyright>Copyright 2000-2009 Terra Networks, S.A.</copyright>
        
		
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            <title>Terra - RSS - Júlio Gomes de Almeida</title>
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        <webMaster>ednot@terra.com.br (Editoria de Noticias)</webMaster>

	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A taxação sobre o capital estrangeiro]]></title>
			<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 08:23:31 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[O governo agiu bem ao não incluir na taxação sobre o capital estrangeiro o investimento direto (IDE), o qual diretamente contribui para a formação do capital produtivo interno. O IDE, que é o fluxo de recursos que entra no país para reforçar os recursos para investimentos das empresas estrangeiras aqui sediadas, evoluiu muito nos últimos anos com a perspectiva de maior crescimento da economia brasileira. Mesmo diante de uma situação de crise econômica mundial como a que o mundo vivenciou no ...]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O percurso da recuperação econômica ]]></title>
			<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 17:19:05 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[O quadro econômico externo ainda é de difícil avaliação, mas se depender das forças dinâmicas que estão se desenvolvendo na economia o crescimento do PIB brasileiro no ano que vem será muito elevado e reabriremos o caminho para um desenvolvimento econômico maior no próximo qüinqüênio. ]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A Perspectiva do Mercado Interno Consumidor]]></title>
			<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 08:15:02 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[No período mais grave da crise internacional, vale dizer, entre setembro do ano passado até o primeiro trimestre desse ano, o comportamento do emprego no Brasil favoreceu a sustentação de um nível mínimo do mercado interno consumidor. Não tivesse sido esse o desempenho do emprego, seguramente a economia brasileira ainda não mostraria sinais de que está saindo da recessão que teve lugar entre os meses finais de 2008 e os meses iniciais desse ano. ]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O fim da recessão]]></title>
			<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 08:13:24 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[





 Aquela crise iniciada a nível global há precisamente um ano atrás, o Brasil conseguiu digerir. Mais do que isso, ao que tudo indica a economia do país voltou ou está a caminho de voltar a desfrutar do dinamismo que antecedeu a crise, exceto no que diz respeito às exportações que já estão melhorando, mais porque caíram muito desde o início da crise e não porque está sendo recomposta a capacidade brasileira de abastecer mercados externos, especialmente no caso de produtos manufaturados. ]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A perspectiva para a exportação e competitividade]]></title>
			<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 08:33:44 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[









 Um dos motivos que levaram à recessão da economia brasileira no quarto trimestre de 2008 e primeiro trimestre desse ano foi a grave queda das exportações do país. Isso se deu em especial do lado da indústria, o que respondeu, segundo alguns estudos, por metade da retração da produção industrial brasileira desde que a crise internacional se agravou em setembro do ano passado.]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O segredo do crescimento do comércio ]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 08:08:04 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[As políticas públicas de investimento e de rendas são muito combatidas no Brasil, mas a crise econômica mostrou como podem ser importantes e não somente como instrumento de desenvolvimento da infraestrutura e da redução das desigualdades sociais, mas também como mecanismo anticíclico. ]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A perspectiva para o crédito]]></title>
			<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 08:11:50 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[







 Fator que agravou o impacto da crise externa sobre a economia brasileira no trimestre final do ano passado, o crédito vem se recuperando. Trata se de um processo ainda desigual e parcial. Um dos seus principais traços é que a melhora observada na concessão de novos financiamentos no primeiro semestre de 2009 se deu muito mais do lado do financiamento às pessoas físicas do que entre as pessoas jurídicas. O crédito nesse caso, especialmente para as empresas de menor porte, ainda encontra ...]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Comércio e indústria]]></title>
			<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 07:50:17 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[A atividade do comércio interno não vem evoluindo em linha com a indústria. Isso ocorre desde o agravamento da crise em setembro do ano passado. O comércio manteve nesse período um ritmo que, diante da gravidade da crise, pode ser considerado satisfatório. O setor vinha de um crescimento intenso. Por exemplo, a taxa com que suas vendas aumentavam em termos reais em 2008 no período anterior à crise chegava a 10,4%. Os problemas da economia não levaram a uma retração em termos absolutos do ...]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[As medidas e os efeitos do "pacote" de incentivos ]]></title>
			<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 08:09:21 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Em uma crise como a atual, onde as decisões de investir e de consumir entraram em colapso, as políticas econômicas das principais economias do mundo vêm adotando ações fiscais e monetárias com o fim de reanimar o crédito e incentivar empresários e famílias a anteciparem seus gastos em consumo e investimento. Diante de limitações no alcance dessas medidas, os governos têm ido além, lançando mão de medidas diretas de gasto, preferencialmente na forma de investimentos públicos. ]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O modelo do Pré Sal]]></title>
			<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 08:12:21 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[





 Com as descobertas de grandes reservas de petróleo e gás na chamada camada "pré sal" localizada a uma profundidade de 5.000 a 7.000 metros, o Brasil passa a dispor de uma riqueza de grande valor, com potencial de acelerar o seu crescimento econômico e o bem estar de sua população. Mas entre as descobertas e a efetivação dessas potencialidades, várias condições se apresentam.]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O debate do câmbio]]></title>
			<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 16:56:24 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[O tema da taxa de câmbio novamente ganha destaque diante da perspectiva de que mais uma vez a moeda nacional se valorize firmemente e anule a desvalorização ocorrida desde o agravamento da crise internacional em setembro do ano passado. O dólar que chegou a ser cotado em R$ 1,65, mas se valorizou após a crise passando para R$ 2,40, vem sendo cotado abaixo de R$ 2,00. O Banco Central afirma que não há o que fazer: nem deve aprofundar a queda da taxa de juros nem devem ser levantadas barreiras ao ...]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O emprego e a crise]]></title>
			<pubDate>Tue, 26 May 2009 07:51:11 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[





 A atual crise não é como as outras para a economia brasileira. Embora muito mais grave e tendo dimensão global, seus efeitos sobre a economia do país não repetiu experiências passadas. Por exemplo, graças à acumulação de reservas internacionais, desta vez não foi decretada a falência das contas externas brasileiras e por isso o Brasil se livrou, pelo menos até agora, de recorrer ao FMI.]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A crise e as decisões de investir]]></title>
			<pubDate>Tue, 12 May 2009 08:13:34 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Podem ser enganosas as interpretações dos resultados da indústria brasileira para março. Alguns indicadores apresentados pelo IBGE na semana passada deixam transparecer um quadro positivo, mas na verdade nuvens muito carregadas ainda são predominantes no cenário desse setor e da economia nacional. A produção aumentou com relação a fevereiro, a terceira elevação seguida, mas o aumento de março foi o menor dessa série e, além disso, foi muito pouco expressivo, de apenas 0,7%. Nos meses anteriores ...]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O que falta para a economia brasileira]]></title>
			<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 08:46:51 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Todo o cuidado é pouco com interpretações pretensamente definitivas em um contexto de crise econômica porque estas costumam alternar momentos melhores e piores. Isso é particularmente verdadeiro se a crise tem matriz global e, no plano das economias centrais, é de gravidade comparável com a grande crise de 1929. A economia brasileira vivencia um momento em que se avolumam sinais de melhora, sem que, inequivocamente, se possa falar em recuperação. ]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O crédito e a segunda crise da economia]]></title>
			<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 08:12:52 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3700930-EI6613,00.html</link>
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			<description><![CDATA[



 Como revelaram os resultados do PIB no último trimestre de 2008, a crise internacional abalou de forma surpreendente o otimismo até então muito elevado de todos os agentes privados brasileiros, sem que do lado externo (exportações) tivéssemos qualquer compensação. Em retrações anteriores sofridas pelo Brasil e motivadas, via de regra, pela sua vulnerabilidade externa, as exportações cresciam incentivadas pela desvalorização da moeda, o que servia de compensação ainda que parcial para a ...]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Tabela]]></title>
			<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 08:17:11 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A questão da taxa de juros e do spread bancário]]></title>
			<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 08:16:09 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[As taxas de juros e o spread bancário retomaram uma escalada de crescimento muito forte no ano passado. Vale sublinhar que isso passou a ocorrer antes mesmo do agravamento da crise financeira internacional em setembro. Com a crise, as taxas de juros e o spread bancário apresentaram um ritmo de crescimento mais acentuado. Spread é a diferença entre a taxa de juros que o tomador (uma empresa ou uma pessoa física) de recursos paga e a taxa de captação de recursos pelos bancos.]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A Dinâmica da Crise]]></title>
			<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 08:13:01 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Os últimos dados macroeconômicos permitem estabelecer a direção que está sendo trilhada pela economia brasileira. O PIB, segundo o IBGE, sofreu uma queda muito forte no último trimestre do ano passado, mas a produção industrial começou o ano com sinais de melhora. Teve um pequeno aumento em janeiro com relação ao mês anterior, após três meses de declínios muito intensos e, ao que tudo indica, poderá registrar nova progressão em fevereiro. Esta reação da indústria que apenas compensará uma ...]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Por enquanto um ajuste, não uma recuperação]]></title>
			<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 08:05:42 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Segundo algumas interpretações já existiriam sinais de recuperação da economia brasileira após o tombo do último trimestre do ano passado. O setor impulsionador de um desempenho certamente negativo do PIB nesse período, a indústria, teve sua produção reduzida em 20% entre o auge de seu dinamismo alcançado em setembro e o mês final de 2008. Reside nesse mesmo setor a expectativa alimentada por alguns analistas de que "o pior passou" e que o crescimento está voltando.]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[As causas da retração industrial ]]></title>
			<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 11:07:54 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[A indústria brasileira cresceu 3,1% no ano passado, porém, denotando uma dramática reversão de desempenho no último trimestre. Se o nível de produção de setembro é considerado como referência, o setor encolheu 19,8% até dezembro, sendo este o resultado das quedas de 1,4% em outubro, 7,2% em novembro e 12,4% em dezembro. ]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[As últimas medidas e as tendências da economia]]></title>
			<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 07:55:28 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[A redução da taxa de juros em 1,0 ponto percentual na reunião do Banco Central do dia 21/1 não é capaz de modificar o curso de uma economia que foi submetida a poderosos fatores adversos. Teriam sido necessárias reduções anteriores em dose semelhante para que a política econômica pudesse ter influenciado e ainda assim de forma parcial o estado de confiança de empresários, banqueiros e consumidores. Sem contar com esse "escudo", as expectativas de todos esses agentes retraíram se dramaticamente ...]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O significado da retração da indústria]]></title>
			<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 08:07:28 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[A última pesquisa industrial do IBGE confirma a gravidade e a amplitude dos efeitos da atual crise externa sobre o setor industrial brasileiro. Este ainda é o eixo dinâmico da economia e é também   apesar de ter expressão muito menor no PIB do que o setor de serviços   quem dita o desempenho do crescimento econômico como um todo do país.]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O que diferencia a crise atual]]></title>
			<pubDate>Wed, 31 Dec 2008 13:10:04 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Em uma economia quando há uma ruptura de expectativas não é possível impedir uma retração generalizada da demanda, o que provavelmente conduzirá a uma recessão. Isso deve prevalecer mesmo na hipótese de que políticas econômicas compensatórias venham a ser aplicadas. Por ruptura de expectativas entende se a quebra de convenções que, em uma situação de incerteza sobre futuro que caracteriza as economias capitalistas, amparava as avaliações dos agentes econômicos, como empresários, bancos e até ...]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Timidez das políticas e aprofundamento da crise]]></title>
			<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 07:55:54 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Em uma economia monetária quando são rompidas as convenções que amparavam as decisões em situação de incerteza, todos os agentes, envolvendo bancos, empresários e em alguma escala, também os consumidores, procuram defender seu lucro, renda e patrimônio particular com os meios de que dispõem, ou seja, cortando o crédito e os gastos e investimentos. No afã de proteção individual, a cada um escapa a visão coletiva de que com seus atos estão subtraindo poder de compra, renda e riqueza de alguém ou ...]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
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            <title><![CDATA[A crise do crédito]]></title>
			<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 07:44:34 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[

 O governo brasileiro fez liberações importantes dos recolhimentos compulsórios (R$ 90 bilhões desde o início da crise até agora) e aumentou a liquidez disponível na economia. Também ampliou linhas de financiamento para exportação, agricultura e habitação. Os objetivos foram compensar a escassez de linhas externas e disponibilizar recursos para que os bancos preservem os níveis de suas operações, especialmente os bancos de menor porte.]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
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            <title><![CDATA[Efeitos da crise na economia brasileira ]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 09:43:12 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Até agora os efeitos da crise internacional na economia brasileira foram, predominantemente, de natureza financeira. Como todos sabem, os mercados domésticos de ativos foram duramente atingidos, uma contrapartida ao fato de que o país não poupou esforços em se atirar na aventura especulativa que se desenvolvia no mundo. Entre 2004 e 2008, o Brasil permitiu uma valorização excessiva de sua moeda, incentivando operações que combinavam volumosos ingressos de recursos externos de curto prazo ...]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
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            <title><![CDATA[Passado e Futuro do Desempenho Industrial]]></title>
			<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 07:59:22 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Nos últimos tempos, quando a crise internacional se agravou, uma sucessão de acontecimentos passou a transformar fatos recentes em coisas do passado e confunde o que antes poderia ser um sinal seguro sobre o futuro. Estamos presenciando isso no Brasil e dois exemplos nos parecem muito sugestivos.]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
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            <title><![CDATA[A crise e a atuação do Banco Central]]></title>
			<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 07:07:01 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[ 





 O governo brasileiro, especialmente o Banco Central, adotou várias medidas desde que a crise internacional se aprofundou a partir de 15 de setembro. Em vários campos, pode se afirmar que as medidas foram pertinentes e adotadas oportunamente, mas, em outros, decididamente, deixaram a desejar, ou porque ainda não foram acionadas as providências que a situação reclama ou porque houve uma demora excessiva em se colocar em prática as ações cabíveis.]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
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            <title><![CDATA[Para evitar o pior]]></title>
			<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 14:58:25 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[O Brasil está se atrasando demasiadamente em adotar ações em face à crise externa. O atraso se revela mais profundo porque a crise se desenvolve com velocidade e gravidade cada vez maiores. É natural que as autoridades queiram reunir todas as informações disponíveis para somente então se decidirem por determinadas ações de política econômica.]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
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            <title><![CDATA[A crise internacional e a economia brasileira]]></title>
			<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 07:06:46 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[





 Por vários mecanismos a economia brasileira sofrerá o impacto do agravamento da crise financeira nos EUA. Será possível, no entanto, que a política econômica atue compensatoriamente e consiga evitar os seus efeitos mais negativos, embora não integralmente. O primeiro deles e o que mais de perto acompanha a economia brasileira é a taxa de câmbio.]]></description>
			<category><![CDATA[Júlio Gomes de Almeida]]></category>	
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