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        <title>Terra - RSS - Antonio Luiz MC da Costa</title>
		
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		 <description>Últimas notícias - Antonio Luiz MC da Costa</description>
        <language>pt-br</language>
        <copyright>Copyright 2000-2009 Terra Networks, S.A.</copyright>
        
		
				<category>Colunistas</category>
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            <title>Terra - RSS - Antonio Luiz MC da Costa</title>
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        <webMaster>ednot@terra.com.br (Editoria de Noticias)</webMaster>

	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Quando o que vem de baixo nos atinge]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Sep 2007 08:35:33 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Ora, tanto a catástrofe do Krakatoa quanto a de Santorini parecem insignificantes ante uma erupção supervulcânica. Segundo uma tese proposta em 1998 pelo antropólogo Stanley Ambrose, um evento assim quase varreu a humanidade há cerca de 71 mil anos. A evidência genética sugere que a humanidade se multiplicou a partir de uma população reduzida a algo entre dois mil e 20 mil indivíduos capazes de se reproduzir em um determinado período entre 50 mil e 100 mil anos atrás.]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Uma catástrofe ainda não filmada]]></title>
			<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 08:04:57 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Furacões, inundações, incêndios florestais, tsunamis, terremotos e erupções vulcânicas estão entre os desastres naturais mais freqüentes, tanto na ficção quanto na vida real. ]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Segredos da quitanda]]></title>
			<pubDate>Fri, 31 Aug 2007 16:47:23 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA["Por que o caroço do abacate é tão grande?", pergunta a menina. "Por que sim, oras!", responde a mãe, carinhosa, mas pouco interessada. Mas a questão é mais instigante e complicada do que parece. Do ponto de vista da sobrevivência da espécie, o abacate parece uma planta muito mal planejada.]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Os deuses da semana]]></title>
			<pubDate>Tue, 21 Aug 2007 08:08:31 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1841115-EI6607,00.html</link>
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			<description><![CDATA[Não só entre os hebreus, mas também no próprio Egito a semana de sete dias acabou por prevalecer, sob a influência da prestigiada astrologia mesopotâmica, estudada pelos gregos em Alexandria, o maior centro cultural da Antiguidade pagã. Indianos e chineses também adotaram essa concepção, mas apenas para fins astrológicos, sem afetar a organização do tempo mundano   isto é, até que caíssem na órbita da civilização ocidental, já no século XIX.]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A origem dos sete dias]]></title>
			<pubDate>Tue, 14 Aug 2007 17:31:57 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1827108-EI6607,00.html</link>
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			<description><![CDATA[Sexta feira, dia de entregar o texto para ser publicado no site na terça feira. Sábado e domingo, dia de relaxar, passear, divertir se. Segunda feira, outra vez dia de ir ao trabalho e participar da reunião no serviço.]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Em Brasília, o auge do poder de ACM]]></title>
			<pubDate>Fri, 20 Jul 2007 14:49:08 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1745977-EI6607,00.html</link>
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			<description><![CDATA[Quatorze presidentes. Do governo de Juscelino Kubitschek ao de Luiz Inácio Lula da Silva, as artimanhas de Antonio Carlos Magalhães pincelaram, em cinco décadas de vida pública, a imagem de um político imune a trocas de governos. Sem reinventar se, sobreviveu a mudanças de regimes políticos. Apoiou dez presidentes e fez oposição a quatro (Jânio Quadros, João Goulart, Itamar Franco e Lula). Com a carreira impulsionada na ditadura militar, só alcançou o protagonismo depois do reestabelecimento da ...]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[De homens, deuses e demônios]]></title>
			<pubDate>Tue, 17 Jul 2007 10:47:15 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1762528-EI6607,00.html</link>
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			<description><![CDATA[Ao se examinar os testemunhos de primeira mão, a começar por Cortés, transparece que derrotar os astecas lhes pareceu muito mais perigoso e difícil do que hoje se costuma imaginar. Montezuma e seu povo não eram um bando de supersticiosos abobalhados e não ficaram paralisados de estupefação com a chegada dos espanhóis. ]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Como os espanhóis não foram tomados por deuses]]></title>
			<pubDate>Tue, 10 Jul 2007 16:04:27 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[

É bem conhecida a narrativa

  tradicional da conquista do México pelo espanhol Hernán Cortés. Costuma se

  contar que os astecas, ao verem chegar ao litoral um templo flutuante trazendo

  aqueles estranhos seres de barba, montados em criaturas jamais vistas,

  tomaram nos por deuses. Mais especificamente, pelo deus supremo Quetzalcóatl e

  seu séquito: um antigo mito lhes dizia que o deus, descrito como branco e

  barbudo, amante da paz e inimigo dos sacrifícios humanos, deixara o país ...]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Diversidade lingüística, preciosa na globalização]]></title>
			<pubDate>Tue, 03 Jul 2007 08:00:32 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[

Uma pergunta interessante: por que a partir de Star Trek III, a Paramount julgou conveniente contratar um lingüista para inventar idiomas para alienígenas? Durante as filmagens da série original, de 1966 a 1969, tal preocupação teria parecido tão absurda para os produtores quanto para a maioria dos espectadores. Ninguém estranhava que todos os seres inteligentes do Universo falassem inglês desde o primeiro contato com a Enterprise, ou mesmo entre si. Era mais ou menos uma convenção do cinema e ...]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Razões para aprender Klingon]]></title>
			<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 08:02:30 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Dezenas de línguas são citadas ou sugeridas pela ficção de Tolkien, que se compraz em digressões sobre sua evolução e influências mútuas. Muitas delas chegam ao leitor apenas como frases isoladas ou nem isso, como é o "Westron", vernáculo da Terra Média do qual Tolkien era ficcionalmente mero tradutor para o inglês. Mas duas delas, supostamente faladas pelos elfos, foram plenamente desenvolvidas: o Quenya e o Sindarin. O primeiro, inspirado em boa parte no finlandês, seria uma língua morta de ...]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Línguas por jogo e arte]]></title>
			<pubDate>Tue, 19 Jun 2007 10:05:38 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[A idéia de uma língua internacional gerou disputas acaloradas no final do século XIX e na primeira metade do século XX, mas o interesse pelo assunto arrefeceu bastante depois dos anos 50. A Interlingua, publicada em 1951, foi praticamente a última proposta a ser levada a sério   e, como vimos no artigo anterior ( O Esperanto e seus dissidentes   2ª parte ), o interesse que despertou foi limitado e passageiro, apesar de ser resultado de um longo trabalho de investigação conduzido por ...]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O Esperanto e seus dissidentes   2ª parte]]></title>
			<pubDate>Thu, 21 Jun 2007 11:05:24 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Ser menos eclético, reduzir as influências do russo e do alemão e refletir mais de perto a estrutura mais isolante e menos aglutinativa das línguas da Europa Ocidental foi a tendência não só do Ido como também de outras línguas universais criadas no século XX, como o justamente chamado "Occidental", criado por um ex esperantista da Estônia e o "Latino sine flexione" de Giuseppe Peano. Este seria nada mais que o velho latim, mas sem suas flexões verbais e nominais, proposta à qual a academia dos ...]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O Esperanto e seus dissidentes]]></title>
			<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 19:17:46 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1666514-EI6607,00.html</link>
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			<description><![CDATA[O mito esperantista estava mais de acordo com o estado de espírito daqueles que, naquele período crítico entre o final do século XIX e a Primeira Guerra Mundial, acreditavam na harmonia entre o progresso tecnológico e o progresso ético e desejavam nadar contra a corrente do militarismo e do imperialismo ascendentes. Liberais humanistas, socialistas da II Internacional ou espiritualistas heterodoxos como o escritor Liev Tolstoi   esperantista dos mais apaixonados   tinham em comum o progressismo, ...]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Da inspiração de Schleyer ao sonho de Zamenhof]]></title>
			<pubDate>Tue, 29 May 2007 16:17:14 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1649404-EI6607,00.html</link>
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			<description><![CDATA[Foi em um contexto de nacionalismo exacerbado que viveu o padre Johann Martin Schleyer, o iniciador da segunda grande onda de projetos de línguas internacionais. Nasceu em 1831, educou se e ordenou se sacerdote como súdito de Baden, um grão ducado independente e de maioria católica do sul da Alemanha que, embora tivesse um grão duque protestante, celebrou em 1859 uma concordata com o Vaticano que deu à Igreja um papel central no sistema educacional.]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Língua, mito e nacionalismo: a intuição de Tolkien]]></title>
			<pubDate>Wed, 23 May 2007 16:48:59 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA["Volapuque, Esperanto, Ido, Novial etc. etc., estão mortos, muito mais mortos do que antigas línguas sem uso, porque seus autores jamais criaram lendas para acompanhá las", escreveu em 1956 J. R. R. Tolkien, escritor, filólogo e inventor de línguas. Essa frase contém uma intuição profunda e verdadeira, mas também uma injustiça, principalmente no que se refere ao segundo desses idiomas.]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Do cálculo filosófico e da língua musical à lógica]]></title>
			<pubDate>Tue, 15 May 2007 11:18:30 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[O filósofo Gottfried Leibnitz, que criou o conceito matemático de "função" e foi, junto com o físico Isaac Newton, um dos inventores do cálculo diferencial e integral, sonhou ao longo de toda a sua carreira criar também um "cálculo filosófico", ou seja, uma linguagem lógica. Cada palavra seria formada de conceitos primitivos transparentes, de maneira que um erro de raciocínio ficaria tão evidente quanto um erro de cálculo: "feito isto, quando surgirem controvérsias, não haverá maior necessidade ...]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Lodwick, Dalgarno e Wilkins: uma língua filosófica]]></title>
			<pubDate>Mon, 14 May 2007 17:03:19 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[A primeira tentativa de concretizar as idéias de Bacon e Comenius partiu em 1647 de Francis Lodwick, comerciante holandês estabelecido em Londres e chamou se Common Writing. Tratava se de uma escrita que usava um ideograma convencional para cada radical   por exemplo, um sinal parecido com a letra grega delta (e#948;) para drink, "beber" e uma série de pequenos traços que indicam os derivados dessa ação: o ator (o que bebe); o ato (beber); o objeto (bebida); a inclinação (o bêbado); o abstrato ...]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A segunda Torre de Babel]]></title>
			<pubDate>Mon, 14 May 2007 17:04:17 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Mencionamos algumas teorias sobre a origem das línguas hoje faladas pela humanidade em um artigo anterior,  As Superfamílias Linguísticas . Deixamos, porém, de abordar um grupo de linguagens menos conhecidas, mas muito interessantes: as línguas artificiais, cuja invenção e desenvolvimento é um fenômeno característico da modernidade e pós modernidade.]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O lado intelectual do detetive durão]]></title>
			<pubDate>Mon, 14 May 2007 17:06:50 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1569572-EI6607,00.html</link>
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			<description><![CDATA[Nos anos 30, principalmente durante os anos da Grande Depressão estadunidense, desenvolveu se outra forma de pensar o gênero policial, cujas origens abordamos no artigo passado,  O Crime do Detetive .]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O crime do detetive]]></title>
			<pubDate>Mon, 14 May 2007 17:07:35 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1552140-EI6607,00.html</link>
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			<description><![CDATA[Exploramos as relações entre o vampirismo e sociedade vitoriana no artigo  O neoliberalismo e os neodráculas , mas a obra de Bram Stoker não foi a única a expressar na literatura popular o mal estar e a insegurança do Império Britânico a caminho da decadência, nem a confortar os leitores com soluções de fantasia.]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O neoliberalismo e os neodráculas]]></title>
			<pubDate>Tue, 20 Mar 2007 08:09:45 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1493037-EI6607,00.html</link>
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			<description><![CDATA[Conservador na política e nos costumes, o vitoriano acreditava firmemente no livre comércio e sabia que, para se estabelecer, o liberalismo econômico fora necessário destruir a tirania do monopólio feudal. Não podia acreditar que o monopólio pudesse ser seu futuro, que a competição pudesse gerar o monopólio em novas formas.]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Da tragédia elizabetana ao horror vitoriano]]></title>
			<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 18:05:22 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[No artigo anterior,  A longa agonia da nobreza: o início , dissemos que, para o crítico literário Franco Moretti, a tragédia elizabetana foi uma expressão da crise de paradigmas morais e sociais que, no início do declínio da nobreza e da ascensão da burguesia, acompanhou a decomposição do feudalismo e o auge do absolutismo. Os valores de origem feudal eram ainda reconhecidos, já não funcionavam, mas as práticas burguesas que já regiam a sociedade ainda não haviam sido codificadas em valores ...]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A longa agonia da nobreza: o início]]></title>
			<pubDate>Mon, 14 May 2007 17:09:41 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1453403-EI6607,00.html</link>
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			<description><![CDATA[Hamlet: o descolamento barroco entre palavra e ação, feitos e ideais.]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A longa agonia da nobreza: o desfecho]]></title>
			<pubDate>Mon, 14 May 2007 17:12:10 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Reunião de soberanos 

e aristocratas para acompanhar manobras militares alemãs em 1883: o 

poder da nobreza ainda estava longe de ser coisa do passado.

]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Raças e línguas   Por que foram confundidas?]]></title>
			<pubDate>Mon, 14 May 2007 17:14:36 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Comprimento e forma do 

crânio, cor da pele, cor e formato dos olhos, cor e textura do cabelo, 

tudo isso é irrelevante para identificar a inteligência e o potencial 

cultural de um indivíduo ou de uma população. Além disso, sabemos 

hoje, os traços "raciais" correspondem a uma parcela pequena da 

variedade genética humana   há muito mais variação dentro de uma 

só etnia do que entre as médias de duas etnias quaisquer. ]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[As superfamílias lingüísticas]]></title>
			<pubDate>Tue, 15 May 2007 19:32:49 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Metodologicamente correta ou não, a tentativa de Joseph Greenberg de agrupar as línguas ameríndias em superfamílias apontou um parentesco distante entre a maioria das famílias lingüísticas faladas nas Américas, com algumas notáveis exceções   as línguas Na Dené, do noroeste e sudoeste da América do Norte e as línguas esquimós e aleútas, no extremo norte. Como se acredita que a maioria dos indígenas, senão todos, descende de uma mesma população que imigrou da Ásia pelo estreito de Bering e seu ...]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
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            <title><![CDATA[Para além do proto indo europeu]]></title>
			<pubDate>Tue, 06 Feb 2007 08:25:10 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Nos artigos anteriores, 

vimos que a maioria das línguas da Europa, Irã e Índia derivam do 

proto indo europeu, uma língua falada antes de 3.000 a.C., provavelmente 

em alguma região próxima do Cáucaso. E as demais?]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A insistência na busca da origem]]></title>
			<pubDate>Tue, 30 Jan 2007 08:13:21 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Ainda há quem defenda a origem do proto indo europeu na Europa. O lingüista italiano Mario Alinei e os pré historiadores Alexander Hausler (alemão) e Marcel Otte (belga), por exemplo, não vêem razões para acreditar em migrações vindas do leste, acreditam que as línguas se difundiam e evoluíam muito lentamente no passado remoto. Defendem que essa família lingüística e seus principais ramos já estavam estabelecidos na Europa bem antes do fim da Idade do Gelo (10.000 a.C.).  Nesse caso, seria ...]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
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            <title><![CDATA[Como reconstruir um povo pré histórico]]></title>
			<pubDate>Tue, 30 Jan 2007 12:58:28 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Como escrevemos em ]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
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            <title><![CDATA[A genealogia das línguas]]></title>
			<pubDate>Mon, 15 Jan 2007 22:26:52 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1349476-EI6607,00.html</link>
            <guid>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1349476-EI6607,00.html</guid>
			<description><![CDATA[Mais difícil do que deduzir o termo moderno a partir da raiz antiga é percorrer o caminho inverso e remontar de um termo moderno à sua origem, mesmo com o conhecimento das regras da transformação. Alguns dos sons originais caem ou se confundem com outros e nem sempre é fácil descobrir qual das possibilidades é a correta. Por exemplo, de que palavra latina vem "pena" em português? Na verdade, vem de duas: pena como castigo vem do latim poena; enquanto pena de ave vem do latim penna. 

]]></description>
			<category><![CDATA[Antonio Luiz MC da Costa]]></category>	
        </item>
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