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        <title>Terra - RSS - Érico Nogueira</title>
		
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		 <description>Últimas notícias - Érico Nogueira</description>
        <language>pt-br</language>
        <copyright>Copyright 2000-2009 Terra Networks, S.A.</copyright>
        
		
				<category>Colunistas</category>
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            <title>Terra - RSS - Érico Nogueira</title>
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        <webMaster>ednot@terra.com.br (Editoria de Noticias)</webMaster>

	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Os clássicos: Horácio, Ode 3, 30 ]]></title>
			<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 08:42:46 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Desde que, no longínquo ano de 1999, comecei a estudar a língua latina, um dos primeiros poetas que quis ler foi Horácio    assim que pudesse, evidentemente. As odes de Ricardo Reis, que eu amava (e amo) tanto; a fama de um poeta tecnicamente perfeito, autor de uma arte poética escrita em versos; a circunstância, enfim, de que nenhum dos poetas críticos elencados em Altas literaturas, que Leyla Perrone Moisés lançara naquela mesma época, citava o seu nome    tudo isso deve ter aguçado a minha ...]]></description>
			<category><![CDATA[Érico Nogueira]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Os clássicos: Torquato Tasso, "Madrigal"]]></title>
			<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 08:39:30 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Nascido em Sorrento, perto de Nápoles, em 1544, e falecido no convento de Sant'Onofrio, em Roma, na véspera de ser coroado oficialmente "poeta laureado" pelo papa Clemente VIII, Torquato Tasso é a última e talvez a mais fina flor do Renascimento italiano, período que morre, acreditam alguns, juntamente com o nosso poeta.]]></description>
			<category><![CDATA[Érico Nogueira]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Os clássicos: Hugo von Hofmannsthal, Pergunta]]></title>
			<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 16:34:52 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[O poeta austríaco Hugo von Hofmannsthal (1874 1929) ficou mundialmente famoso por sua colaboração com o compositor Richard Strauss, seu compatriota,  para quem escreveu os libretti de óperas como Elektra e Der Rosenkavalier, entre outras tantas. Nascido em família abastada, Hofmannsthal doutorou se em Filologia Românica, serviu na Primeira Guerra Mundial, atuou como uma espécie de mecenas, envolveu se com festival de Salzburg, e, o que é mais, escreveu poemas líricos e dramas em verso. ...]]></description>
			<category><![CDATA[Érico Nogueira]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Os clássicos: Cavafy, "Os cavalos de Aquiles"]]></title>
			<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 08:17:40 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[No segundo poema do quarto e último livro das Odes, Horácio adverte o neófito sobre o inevitável fracasso de quem tente competir com Píndaro. A sua inspiração, sugere o romano, é quase uma força da natureza; o ritmo de seus versos é imprevisível; seu fôlego é praticamente inesgotável. Como será possível, pois, que o possamos igualar?]]></description>
			<category><![CDATA[Érico Nogueira]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Os clássicos: Góngora, poema 228]]></title>
			<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 08:16:18 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[

 Nascido em Córdoba, sul da Espanha, em 1561, e falecido na mesma cidade em 1627, Luis de Góngora y Argote viveu o ápice do chamado "siglo de oro" das letras espanholas. Escreveu, diz se, em "castelhano imperial", uma língua não raro obscura eivada de helenismos, latinismos, figuras retóricas e alusões mitológicas. Sua paixão pela metáfora   ou, antes, pelo processo analógico que Gracián chamou de agudeza e que propicia toda metáfora   chegou ao cúmulo do paroxismo e da obsessão. Em Fábula de ...]]></description>
			<category><![CDATA[Érico Nogueira]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Os Clássicos: Giacomo Leopardi, "À lua" ]]></title>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 08:15:08 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[





 Diante da boa acolhida que minha última coluna recebeu, decidi dar início à série "Os Clássicos", em que apresentarei um pouco da vida e algo da obra dos grandes poetas do Ocidente, quase sempre em traduções minhas (quando não, o nome do tradutor será indicado ao final dos poemas). Depois de Catulo, então, a bola da vez é o italiano Giacomo Leopardi, literalmente um clássico entre os clássicos.  ]]></description>
			<category><![CDATA[Érico Nogueira]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Caio Valério Catulo: poesia e fama]]></title>
			<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 08:24:32 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[É difícil falar da fama de quem quer que seja, sobretudo se da pessoa em questão, como é o caso de Catulo, pouco ou quase nada se conhece com segurança. Ora, por "fama", como disse alguém, sem dúvida pode se entender a soma de equívocos que se liga a um nome; mas, como outro alguém também disse, a fama ou "versão", pelo que tem de pitoresco, de caricatural, de exemplar até, parece muitas vezes mais interessante   quando não mais verdadeira   que o próprio "fato". E outra vez este é o caso de ...]]></description>
			<category><![CDATA[Érico Nogueira]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Gilberto Freyre, o ornitorrinco]]></title>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 07:53:53 -0200</pubDate>	
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]]></description>
			<category><![CDATA[Érico Nogueira]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Satyricon, de Fellini]]></title>
			<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 08:05:59 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[



 Talvez alguns leitores se incomodem, mas a maioria, creio, vai gostar: deixando a poesia por ora de lado, ocupemo nos um pouco da sétima arte, em especial do fabuloso Satyricon de Fellini, que em 2009 completa quarenta anos. ]]></description>
			<category><![CDATA[Érico Nogueira]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Bodas de alabastro ]]></title>
			<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 09:23:15 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Comemoram se em novembro próximo os setenta e cinco anos do poeta Ivan Junqueira. Estreou em 1964 com Os mortos, traduziu toda a poesia de Baudelaire e de Eliot, presidiu a Academia Brasileira de Letras, ganhou dois Jabutis... Ora, com um currículo desses, resta apenas constatar que Ivan Junqueira é hoje um dos melhores poetas da língua. Sobretudo se se considera O outro lado (2007), sua última coletânea de poemas. ]]></description>
			<category><![CDATA[Érico Nogueira]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O poeta da Revolução]]></title>
			<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 09:08:49 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Há quarenta anos, neste mesmo mês de julho, morria em São Paulo o poeta Guilherme de Almeida.]]></description>
			<category><![CDATA[Érico Nogueira]]></category>	
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		   <item>
            <title><![CDATA[Poesia brasileira hoje ]]></title>
			<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 08:46:07 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[





 É comum ouvir dizer "A poesia brasileira está em baixa", "A poesia, no Brasil, atingiu o seu auge no início dos anos cinqüenta", e outras declarações semelhantes. Com efeito, a década de quarenta assistira à publicação de nada mais nada menos que "O sentimento do mundo" (1940), "José" (1942), "A rosa do povo" (1945) e "Novos poemas" (1948), de Carlos Drummond de Andrade; "Mar absoluto" (1945) e "Retrato natural" (1949), de Cecília Meireles; "Anunciação e encontro de Mira Céli" (1943), ...]]></description>
			<category><![CDATA[Érico Nogueira]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A fortuna de Murilo]]></title>
			<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 08:12:20 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[





 Sem dúvida razoável, podemos afirmar que Murilo Mendes (Juiz de Fora, 1901   Lisboa, 1975) foi e continua a ser um dos maiores nomes da poesia brasileira, presença obrigatória em qualquer manual escolar. Ainda assim, em texto publicado no jornal Rascunho em maio deste ano, "Quase Diário   3", o poeta Affonso Romano de Sant'Anna nos oferece um testemunho no mínimo insólito sobre o que, para chamar as coisas pelo nome, não seria senão a proscrição da obra de Murilo Mendes por certos ...]]></description>
			<category><![CDATA[Érico Nogueira]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Dez anos sem João Cabral]]></title>
			<pubDate>Thu, 28 May 2009 08:12:32 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Há dez anos atrás, morria no Rio de Janeiro, aos setenta e nove anos, o poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto. Sua vida é conhecida: nascido em 1920, no Recife, publicou seu primeiro livro, Pedra do sono, em 1942, e o último, Andando Sevilha, em 1989. Foi diplomata, tipógrafo amador, e amou a Andaluzia e Pernambuco   lugares que freqüentemente comparou e celebrou em seus poemas.]]></description>
			<category><![CDATA[Érico Nogueira]]></category>	
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