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        <title>Terra - RSS - André Setaro</title>
		
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		 <description>Últimas notícias - André Setaro</description>
        <language>pt-br</language>
        <copyright>Copyright 2000-2009 Terra Networks, S.A.</copyright>
        
		
				<category>Colunistas</category>
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            <title>Terra - RSS - André Setaro</title>
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        <webMaster>ednot@terra.com.br (Editoria de Noticias)</webMaster>

	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O intimismo no cinema]]></title>
			<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 08:06:51 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Fala se muito em intimismo cinematográfico, mas quase nada, pelo menos em língua portuguesa, existe escrito sobre esta maneira de representação do real nas imagens em movimento. O recente lançamento de "Imitação da vida" ("Imitation of life", 1959), de Douglas Sirk, faz emergir o pensamento sobre o que significa o intimismo e o modo pelo qual é traduzido, nele, o "real". ]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Dez notas aleatórias]]></title>
			<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 12:52:02 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[1.) Até os anos 60, os grandes críticos e ensaístas de cinema somente se punham a escrever sobre certos realizadores que se encontravam numa espécie de Olimpo: Serguei Eisensten, Orson Welles, Roberto Rossellini, Ingmar Bergman, Charles Chaplin, Robert Bresson, Federico Fellini, Fritz Lang, Alain Resnais, Michelangelo Antonioni, entre muitos outros. Se se vai verificar os dois caudalosos volumes de críticas de Paulo Emílio Salles Gomes, por exemplo, não se encontra nenhum artigo a respeito de ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA["Bastardos Inglórios" chega perto da obra prima]]></title>
			<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 08:16:10 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[O cinema de Quentin Tarantino é uma 'farra' de referências e de alusões cinematográficas, um cinema construído com a memória dos filmes vistos que se reprocessam na estrutura narrativa de seus filmes. O que poderia parecer, à primeira vista, uma colcha de retalhos, uma miscelânea, adquire, porém, um vigor próprio, e se conflui num estilo particular a ponto de se sentir em seus personagens um "homus tarantinianus". ]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Os eleitos de Paulo Perdigão]]></title>
			<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 07:58:43 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Dois anos e meio sem a presença de Paulo Perdigão, grande crítico de cinema que morreu em dezembro de 2006 aos 67 anos. Nos anos 60 e 70, quando escrevia para revistas e jornais, era um dos meus críticos prediletos. Perdigão, no entanto, era muito mais que um crítico. Traduziu Sartre, tinha profundo conhecimento deste filósofo e incursionou por outras áreas, como no excelente Anatomia de uma derrota, livro sobre a Copa do Mundo de 1950 na qual o adolescente Perdigão viu com os seus próprios ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA["Pau Brasil" proclama redenção do cinema baiano]]></title>
			<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 07:42:02 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[É claro que muitos outros bons filmes já foram feitos nesta década (eu me lembro, por exemplo, do talentoso Edgard Navarro), no entanto, o primeiro longa de Fernando Belens é mais do que uma boa surpresa, revela a plena maturidade de um cinema que se diz baiano. E o é. ]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Outros tempos!]]></title>
			<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 08:14:31 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[



 Antes, muito antes, do advento dos complexos de cinemas em shoppings centers (Multiplex, Cinemark, Unibanco...), era outro o comportamento das platéias. Havia, por assim dizer, um respeito ao filme, civilidade e educação. A sociedade capitalista, cada vez mais consumista, com sua voracidade, vem transformando usos e costumes e comportamentos, agravada pelo nefasto neoliberalismo. No caso do Brasil, a educação e saúde foram para o "beleléu". O chamado "lhano trato" desapareceu em função de ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Entre umas e outras]]></title>
			<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 08:02:44 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[

 1) Acabo de rever, deslumbrado, "Meu tio da América" ("Mon oncle d'Amerique", 1980), de Alain Resnais, que analisa o comportamento de três personagens segundo as teorias de Henri Laborit. É cinema puro e em estado de graça. Não tenho a menor dúvida: Resnais, neste caos contemporâneo, é o maior realizador cinematográfico vivo. Há poucos anos, ainda foi capaz de uma atualidade impressionante com o seu luminar "Medos privados em lugares públicos" ("Coeurs"), que, por incrível que pareça, ainda ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Parecer do MPF aprova contas de "Revoada"]]></title>
			<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 08:09:45 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[O parecer de Dr. Israel Gonçalves Santos Silva, Procurador da República, que me foi enviado para publicação, vai, aqui, na íntegra e "ipsis litteris", como um direito de resposta da parte do produtor que se sentiu ofendido pelos diversos textos que escrevi contra a montagem de "Revoada", longa de José Umberto, feita à sua revelia. O parecer, encaminhado ao Juiz Federal da 16ª Vara da Seção Judiciária da Bahia, e recebido pela Justiça Federal, conforme consta do documento, em 30 de julho de 2009, ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[O caso "Revoada"   Ética e política (1)]]></title>
			<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 08:14:32 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[O assunto é polêmico e põe em xeque o próprio Ministério da Cultura ao aceitar a versão espúria de "Revoada", que o seu autor, José Umberto, não pôde montar segundo a sua concepção original. Vencedor de um edital para filmes de baixo orçamento do Minc, projeto federal, veja se bem, emblemático do Cinema de Autor (produção independente), a Secretaria do Audiovisual aceitou a cópia dita final entregue pelo seu produtor num atentado evidente ao próprio objetivo do edital, a premiar, com isso, não o ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Ernesto Geisel e "Dona flor']]></title>
			<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 08:19:30 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[

 1) Luiz Carlos Barreto, numa longa entrevista à TV Senado, que passou recentemente, conta a sua trajetória de homem de cinema e, lá pelas tantas, fala de Dona Flor e seus dois maridos, o maior sucesso de bilheteria de todos os tempos baseado em romance homônimo de Jorge Amado e dirigido por seu filho, Bruno Barreto. O ano, 1976, a ditadura militar exercia poderosa censura sobre todos os filmes. E implicou com "Dona Flor". Queria proibi lo. Barreto foi à Brasília tentar convencer os censores, ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A linguagem do cinema]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 08:07:37 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[A maioria das pessoas que vai ao cinema recebe uma avalanche de imagens e não se encontra apta a identificá la enquanto uma linguagem. O que interessa, apenas, é a história, a intriga, o desdobramento das situações   aquilo que se chama de "fábula". Assim, o espectador comum não percebe que o filme tem uma narrativa e é esta que, por assim dizer, "puxa" a fábula   isto é: a história. Por narrativa se entende a maneira pela qual o realizador cinematográfico manipula os elementos da linguagem ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A verdade sobre Martim Gonçalves]]></title>
			<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 09:43:09 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Passado o tempo, que, muitas vezes, desfaz a mentira e a hipocrisia, e faz emergir a verdade dos fatos, é interessante observar como um homem da importância de Martim Gonçalves  sofre, na velha província da Bahia dos anos 50, a mais severa perseguição e, até hoje, não fossem os esforços de Jussilene Santana, em sua pesquisa perfuratriz sobre o teatro baiano publicado no imprescindível livro "Impressões Modernas   Teatro e Jornalismo na Bahia", não se saberia de episódios que, antes de serem ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A miséria cultural baiana]]></title>
			<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 08:11:13 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[



 Diz se que a Bahia já teve seu Século de Péricles, uma alusão ao período efervescente que se situou nos anos 50 e na primeira metade dos 60, quando Salvador congregava o que havia de mais criativo na expressão artística. Estimuladas pela ação da Universidade Federal da Bahia, comandada, e com mão de ferro, pelo Reitor Edgard Santos, as artes desabrocharam com o surgimento do Seminário de Música, da Escola de Teatro, do Museu de Arte Moderna, dos inesquecíveis concertos na Reitoria, da porta ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Acentos godardianos]]></title>
			<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 08:15:50 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[A coluna de hoje, excetuando se este primeiro parágrafo, não é escrita pelo colunista, mas por Jean Luc Godard, que, antes de se tornar realizador, era um excelente exegeta da arte do filme, com "tiradas" originais e espirituosas. Publicou artigos e ensaios em diversas revistas francesas, mas, e principalmente, na "Cahiers du Cinema", onde também pontificavam os seus colegas que depois viriam a constituir a Nouvelle Vague, a exemplo de François Truffaut, Claude Chabrol, Eric Rohmer, Jacques ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Intriga internacional]]></title>
			<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 07:51:55 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Era uma vez no oeste]]></title>
			<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 09:09:46 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[O DVD de "Era uma vez no Oeste", de Sergio Leone, lançamento em edição especial, cheia de extras, que estava, há pouco tempo, no saldão de conhecida loja de departamentos, é, simplesmente, uma beleza. O filme, com o passar do tempo   é de 1968, ficou ainda melhor, não perdendo em nada do seu impacto inicial, quando o vi pela primeira vez na gigantesca tela do cinema Tupy em cópia de 70mm. Ainda que a dimensão da tela doméstica não possua o mesmo poder de envolvimento e êxtase   sim, é a palavra ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Introdução ao cinema de Godard]]></title>
			<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 08:08:28 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[O V Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual, que está para acontecer em Salvador entre os dias 27 de julho e 1 de agosto, tem, como atração central, uma grande retrospectiva de Jean Luc Godard composta de seus principais longas metragens (num total de 15), além de mesas especialmente formadas por críticos e ensaístas brasileiros e internacionais destinadas à discussão da poética desse irrequieto realizador francês, que detonou a nouvelle vague há exatos 50 anos com seu desconcertante ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[ A necessidade do choque estético]]></title>
			<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 07:55:01 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[A aventura (L'aventura, 1959), de Michelangelo Antonioni, visto no alvorecer dos conturbados anos 60, constituiu se num choque estético de alta tensão. Além do mais porque seguido de dois anteriores: Hiroshima, mon amour, 1959, de Alain Resnais e, também realizado no mesmo ano, Acossado (A bout de souffle), de Jean Luc Godard. E A doce vida (La dolce vita, 1960) também não traumatizou nesta mesma época?]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Meu encontro com James Stewart]]></title>
			<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 08:11:58 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3838343-EI11347,00.html</link>
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			<description><![CDATA[Em 1984   e lá se vão trinta e cinco anos, quando, para mim, o que vou narrar, parece que foi ontem   a CIC (Cinema International Corporation)   que depois se transformou na UIP (United International Pictures), lançou um pacote contendo cinco filmes de Hitchcock que há vinte anos se encontravam proibidos de exibição por exigência do mestre   não se sabe lá bem o motivo.]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[A formação de um cinéfilo]]></title>
			<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 08:13:55 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[O pouco que sei sobre cinema se deve às minhas constantes idas às salas exibidoras. Cinema se aprende indo ao cinema, já disse José Lino Grunewald, e, neste particular, nada mais verdadeiro. Mas o cinéfilo, que se queira completo, tem que amar aquilo que está a ver, contemplar o seu objeto e investigá lo. Desde cedo, a começar a me interessar pelo cinema, via o com interesse e dedicação, a procurar leituras que pudessem me dar uma compreensão melhor daquilo que estava a ver. Existem muitas ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Ao sabor de uma obra prima]]></title>
			<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 08:16:55 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[A nova geração, viciada em internet, pouca afeita aos livros e aos grandes autores, também, em relação ao cinema, extasia se com a velocidade dos filmes de efeitos e estruturados dentro daquilo que chamei de estética da tesourinha (a estética do videoclip, de tomadas rápidas, quando não se oferece a possibilidade de se contemplar o que se está a ver). Se o cinema era, um "instrumento do humanismo", como escreveu Walter da Silveira em seu extraordinário e imprescindível "Fronteiras do Cinema", ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Do advento do cinema moderno]]></title>
			<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 08:32:51 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3799776-EI11347,00.html</link>
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			<description><![CDATA[Segundo os estudiosos no assunto, existem um Cinema Moderno e um Cinema Pós Moderno. O primeiro tem início no final dos anos 50 e termina em meados do decurso dos 70. Começa, portanto, com a explosão da Nouvelle Vague francesa até a chamada Nova Hollywood e o Cinema Novo Alemão (quando surgem realizadores do porte de Alexander Kluge, Werner Herzog, Fassbinder, Wim Wenders, entre outros, imbuídos de uma nova visão e de novas propostas). ]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
		   <item>
            <title><![CDATA[Dez momentos antológicos]]></title>
			<pubDate>Tue, 26 May 2009 07:53:01 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Colhidos na memória, dez momentos antológicos do cinema. Há, porque a colheita foi feita sem uma investigação mais apurada, outros momentos que venha considerá los maiores. Os dez aqui citados são, no entanto, delirantes como ato de criação e da beleza cinematográficas. ]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
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            <title><![CDATA[50 anos depois, "Hiroshima" ainda encanta]]></title>
			<pubDate>Tue, 19 May 2009 07:52:22 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Entre os grandes autores de cinema de todos os tempos (Chaplin, Welles, Fellini, Dreyer,  Bergman, tantos!), um dos meus preferidos é Alain Resnais, inventor de fórmulas, realizador do específico cinematográfico, e não poderia, neste 2009, deixar de registrar, aqui, os 50 anos de uma obra prima, de um filme "divisor de água", que traumatizou durante a linguagem cinematográfica então estabelecida. E este filme é "Hiroshima, mon amour", que nos introduz, pela primeira vez, como notou a ensaísta ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
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            <title><![CDATA[Ascensão e queda das salas de cinema]]></title>
			<pubDate>Tue, 12 May 2009 08:14:00 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Não se vai mais ao cinema como antigamente, esta é a verdade.]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
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            <title><![CDATA[O homem da montanha]]></title>
			<pubDate>Tue, 05 May 2009 08:17:36 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo (na exitosa Coleção Aplauso coordenada por Rubens Ewald Filho), "O Homem da Montanha", biografia de Orlando Senna escrita pelo jornalista Hermes Leal, não é apenas a narrativa da trajetória de um homem, mas, e, sobretudo, o retrato de uma época e das circunstâncias que proporcionaram ao biografado o seu itinerário como jornalista, cineasta, roteirista, dramaturgo e gestor cultural. Hermes Leal passou longos meses a ouvir a sua história, que ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
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            <title><![CDATA[Em defesa de Claude Lelouch (última parte)]]></title>
			<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 08:49:26 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Em meados dos anos 70, o fôlego de Lelouch se arrefece para ressurgir mais forte nos 80 (Retratos da vida/Les uns et les autres, 1981) e nos 90 (com o admirável Os miseráveis, 1993, versão livre, e totalmente lelouchiana do livro homônimo do célebre Victor Hugo), além de Tem dias de lua cheia. ]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
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            <title><![CDATA[Em defesa de Claude Lelouch   segunda parte]]></title>
			<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 08:00:46 -0200</pubDate>	
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			<description><![CDATA[Em 1969, O homem que eu amo (L'homme qui me plait), com Jean Paul Belmondo e Annie Girardot, procura repetir a fórmula estabelecida em filmes anteriores. Trata se, evidentemente, de um love story, e Belmondo, numa cena dentro de um jatinho, repete, em mímica, para uma Girardot apaixonada, os tiques de Michel Poiccard, o seu personagem de Acossado (A bout de souffle, 1959), de Jean Luc Godard, filme que detona a Nouvelle Vague e está a completar, neste ano em curso, o seu cinquentenário. ]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
	

		  
		  
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            <title><![CDATA[Em defesa de Claude Lelouch   Primeira parte]]></title>
			<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 08:13:09 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3700823-EI11347,00.html</link>
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			<description><![CDATA[Há, por parte da crítica, uma total indiferença diante dos filmes de Claude Lelouch, um certo preconceito em relação a este brilhante realizador do cinema francês. Convidado para participar da mostra internacional paulista ano retrasado, foi evitado pela imprensa, e apenas algumas notas insignificantes deram conta de sua importante presença no exitoso evento coordenado por Leon Cakoff. Em um festival ocorrido em Manaus, também não despertou o entusiasmo que merece por parte da imprensa, que lhe ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
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		   <item>
            <title><![CDATA[Tocaia no Asfalto]]></title>
			<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 08:09:59 -0200</pubDate>	
            <link>http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3688534-EI11347,00.html</link>
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			<description><![CDATA[Tocaia no asfalto conseguiu ser restaurado e foi apresentado recentemente em Salvador em cópia luminosa. O responsável pela ressurreição do filme, Petrus Pires, filho de Roberto Pires, lutou vários anos para ter este vibrante filme de seu pai de volta com a sua imagem original   o filme possui uma fotografia brilhante e pode ser considerado um dos pontos altos do chamado Ciclo Baiano de Cinema, que se situou entre 1959 e 1962. Tocaia no asfalto, como se verá no comentário a seguir, é um trabalho ...]]></description>
			<category><![CDATA[André Setaro]]></category>	
        </item>
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